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FW: {TextosReforma: 2011} Dispensacionalismo


 

Dispensacionalismo

do TEOLOGIA REFORMADA de Taciano Cassimiro

ORIGEM E DIVULGAÇÃO

O movimento chamado de dispensacionalismo surgiu em meados do século passado na Inglaterra, através do grupo que levou o nome de Irmãos ou Irmãos de Plymouth, por ter nesta cidade seu quartel general. Seu principal expoente foi John Nelson Darby (1800-1882), um irlandês que, insatisfeito com a Igreja Anglicana, da qual era ministro (cura), juntou-se ao grupo dos Irmãos em 1827. Por volta de 1830 Darby já era o principal líder dos Irmãos, dada a sua capacidade de organização e a sua proficiência em escrever. 

I.  Características Principais Desse Grupo:

a) Ênfase dada às reuniões semanais de estudo bíblicos e celebração da Ceia do Senhor, associada a um desprezo por qualquer tipo de organização denominacional ou forma de culto. Os Irmãos rejeitavam qualquer sistema clerical ou de classe ministerial, insistindo que estavam regressando à forma simples de culto e governo eclesiástico dos apóstolos. 

b) Embora não fosse o tema principal no começo, não tardou para que a doutrina da volta de Cristo ocupasse o centro dos estudos e, com ela, surgisse com grande ímpeto o desenvolvimento de um novo modelo de interpretação bíblica. Darby e seus seguidores passaram a alardear que haviam "redescoberto verdades" que foram desconhecidas ao longo de toda a história, desde os dias apostólicos, as quais teriam ficado à margem do ensino tradicional do Cristianismo histórico. Fazia parte desse novo modelo àquilo que passou a ser chamado até hoje, nos círculos dispensacionalistas, de "interpretação literal das profecias" e de que devemos também nos ocupar neste trabalho. 

II. A Propagação em Relação ao Dispensacionalismo:

Esse novo modo de interpretação bíblica, especialmente de profecias, ganhou popularidade rapidamente nos círculos evangélicos, graças ao grande trabalho de divulgação que dele foi feito pelo próprio Darby e por seus seguidores, e graças, principalmente, ao grande volume de livros, panfletos e artigos sobre o assunto que foram, desde então, escritos e ainda continuam sendo. Grandes movimentos, como o das Conferências Evangelísticas de Dwight L. Moody, eram virtualmente controlados por dispensacionalistas. A escola fundada por Moody, que passou a chamar-se Instituto Bíblico Moody, assim como diversas outras escolas teológicas, como o atual Seminário Teológico de Dallas, passaram a ser verdadeiros centros de doutrinação dispensacionalistas, nos Estados Unidos. 

O mesmo se dá hoje no Brasil, especialmente com os institutos bíblicos chamados de interdenominacionais, de modo geral. Outro fator que muito contribuiu para a difusão do pensamento dispensacionalistas foi à publicação da chamada Bíblia de Referência de Scofield, em 1909, a qual já vendeu mais de dois milhões de cópias desde então. A Bíblia de Scofield ou, mais corretamente, a Bíblia de Referência de Scofield é, na verdade, uma edição da Versão King James, com anotações feitas por Scofield, na linha de interpretação dispensacionalistas.

William E. Cox afirma que "o pai do dispensacionalismo, Darby, assim como seus ensinos, provavelmente não seriam conhecidos hoje, não fosse por seu devoto seguidor, Scofield".

Cyrus Ingerson Scofield (1843 - 1921) nasceu nos Estados Unidos (morreu aos 78 anos) e foi, até sua conversão em 1879 (36 anos), advogado e político. Três anos após sua conversão foi ordenado ministro congregacional, sem qualquer formação teológica, e foi assim, sem formação teológica, que escreveu sua Bíblia de Referência. 

Os estudiosos e historiadores do Cristianismo são unânimes em afirmar que a Bíblia de Scofield trouxe benefícios de uma certa ordem, pois estimulou o interesse pelo estudo bíblico e o respeito pela autoridade da Palavra de Deus, numa época em que a Alta Crítica e a teologia liberal atacavam o Livro Sagrado. Scofield era, de qualquer forma, um conservador, no sentido em que acreditava na inspiração e na inerrância da Bíblia. Mas não resta dúvidas de que trouxe também seríssimos prejuízos à Igreja de Cristo, na medida em que, desviando-se da linha histórica de interpretação bíblica, popularizou e erigiu à posição de quase dogma, em muitos círculos cristãos, uma hermenêutica falha e um conceito falso a respeito do modo de Deus tratar com os homens, a respeito da salvação e, especialmente, a respeito da Igreja de Cristo.

III. O Dispensacionalismo Não Está Ligado a UM Grupo em Particular:

O Dispensacionalismo não se constitui propriamente numa denominação e, embora tenha surgido com os Irmãos, que são hoje um pequeno grupo, não se restringe a eles nem a qualquer denominação, em particular. Há dispensacionalistas hoje em, praticamente, todos os ramos do Protestantismo e até naqueles onde a sua presença representa uma negação de certos princípios doutrinários distintivos, como no caso do Presbiterianismo, por contraditório que possa parecer. 

Acreditamos que não há presbiterianos dispensacionalistas, mas certamente há dispensacionalistas presbiterianos. No primeiro caso estamos usando a palavra "presbiteriano" com conotação teológica e, no segundo, com conotação denominacional. 

IMPORTANTE: O Dispensacionalismo tem sido geralmente, confundido com o Pré-milenismo, mas não são a mesma coisa. Todo dispensacionalista é, necessariamente, pré-milenista, mas nem todo pré-milenista é necessariamente dispensacionalista.
É preciso dizer, também, que há pelo menos Três Tipos de Dispensacionalismo, com marcantes diferenças entre si:

1. Ultra-Dispensacionalismo, desenvolvido por E. W. Bullinger (1837-1913), que faz distinção entre a "Igreja Apostólica Pentecostal" do livro de Atos e a "Igreja-Mistério Paulina", das Epístolas da Prisão, que ele chama de "igreja corpo" e "igreja noiva", respectivamente. Bullinger ainda faz distinção entre essas duas igrejas e a de Mateus 16, que Jesus chamou de "minha igreja" e que, segundo ele, será uma igreja judaica remanescente no futuro. O ultra-dispensacionalismo é, segundo Allis, o método levado ao extremo ou às suas últimas conseqüências. OBS: Para Bullinger há três tipos de igrejas.

2. Dispensacionalismo Clássico: é representado por C. I. Scofield e por Lewis S. Chafer, fundador do Seminário de Dallas, e segundo o qual o plano de Deus para com Israel é puramente terreno e para com a Igreja, celestial; há dois modos de salvação (obras no VT e fé no NT) e, segundo Chafer, dois Novos Pactos. Este foi o tipo de dispensacionalismo que prevaleceu desde o século passado até meados deste (1800 a 1950).

3. Neo-Dispensacionalismo: é agora defendido por homens como Charles C. Ryrie, John F. Walvoord e J. Dwight Pentecost, segundo o qual Israel e a Igreja se ajuntarão após o milênio; há um só modo de salvação em ambos os Testamentos (fé) e um só Pacto. É a linha atual do Seminário de Dallas. 

IV. As Sete (oito) Dispensações:

Aliás, vem daí, desse ensino, o termo "dispensacionalismo" pelo qual o sistema é conhecido. Embora a palavra "dispensação" signifique literalmente "administração" ou "mordomia" derivada de – oikonomia Ef. 3:2), ela é empregada pelos dispensacionalistas para designar:

"Um período de tempo durante o qual o homem é testado quanto à sua obediência a alguma revelação específica da vontade de Deus", segundo a própria definição de Scofield (que é a mesma do "Dicionário Aurélio"). É dito que cada uma dessas dispensações termina com o fracasso humano e o inevitável juízo de Deus. Diz Scofield: 

Esses períodos se distinguem nas Escrituras por uma mudança no método divino de tratar a humanidade, ou parte dela, no que se refere a estas duas grandes verdades: pecado e responsabilidade humana. Cada Dispensação pode ser considerada como uma prova para o homem natural e termina sempre em juízo, demonstrando assim o seu completo fracasso. Cinco dessas dispensações, ou períodos de tempo, já se consumaram. Estamos vivendo na sexta, cujo término, segundo tudo faz crer, está para breve. A sétima, ou a última, ficará para o futuro - É o Milênio.
 
V. As Chamadas Dispensações São as Seguintes:
 
1ª) Da Inocência, que começou com a criação de Adão, e terminou com a sua expulsão do Éden;
2ª) Da Consciência, que começou com a expulsão do Jardim (consciência do bem e do mal) e terminou com o dilúvio;
3ª) Do Governo Humano, que começou com o dilúvio e terminou com a confusão das línguas;
4ª) Da Promessa, que começou com Abraão e terminou com a escravidão no Egito;
5ª) Da Lei, que começou no Sinai e terminou com a expulsão de Israel e Judá da terra de Canaã;
6ª) Da Graça, a atual, que começou com a morte de Cristo e terminará com o arrebatamento da Igreja;
7ª) Do Reino, que começará com a Segunda Vinda de Cristo e terminará com o juízo do Grande Trono Branco - é também chamada de Dispensação do Milênio.

VI. A Hermenêutica Dispensacionalista:

a) Em Relação à Salvação Durante os Períodos: Vetero e Neo-Testamentário:

Este é um dos pontos mais delicados do sistema dispensacionalista e aquele em que tem havido mais hesitação e duplicidade. Embora neguem que o sistema ensine a salvação à parte da fé, não se pode deixar de entender isso nas declarações de seus expositores, pelo menos os do dispensacionalismo clássico. Há até quem alegue que as sete dispensações acabam criando sete diferentes planos de salvação. A rígida distinção entre Israel e Igreja e lei e graça leva o dispensacionalista a conclusões indesejáveis, mas inevitáveis, no que diz respeito ao modo de salvação. 

Embora dispensacionalistas atuais reclamem que os críticos desse sistema são injustos ao atribuir-lhe dois diferentes modos de salvação, como na seguinte citação de Ryrie feita por Gunn, segundo a qual "nem os mais antigos nem os mais novos dispensacionalistas ensinam dois modos de salvação, e não é justo tentar fazê-los ensinar assim repetimos:- não se pode entender de outra forma as palavras de L. S. Chafer, (Ryrie foi aluno de Chafer no Seminário de Dallas) que passamos a citar": 

Deve-se observar aqui uma distinção entre os homens justos do Velho Testamento e os justificados de acordo com o Novo Testamento. De acordo com o Velho Testamento, os homens eram justos porque eram verdadeiros e fiéis na guarda da Lei Mosaica. Os homens eram, portanto, justos por causa de suas próprias obras para com Deus, ao passo que a justificação do Novo Testamento é a obra de Deus para com o homem, em resposta à fé (Rom. 5: 1).
 
Os ensinos do reino, como a Lei de Moisés, são baseados em um pacto de obras. Os ensinos da graça, por outro lado, são baseados num pacto de fé. Em um dos casos, a justiça é requerida; no outro, ela é provida, quer imputada e comunicada ou, então, operada interiormente (infundida). Uma é uma bênção a ser conferida por causa de uma vida perfeita, a outra é uma vida a ser vivida por causa de uma bênção perfeita já recebida.
Bem antes de Chafer, Scofield já havia escrito em sua "Bíblia Anotada" as seguintes palavras: "Como uma dispensação, a graça começa com a morte e ressurreição de Cristo. O ponto de teste não é mais a obediência legal como à condição de salvação, mas a aceitação ou rejeição de Cristo, com as boas obras como fruto da salvação". 

A dedução lógica extraída desta afirmação é de que, antes da "Graça" as pessoas eram salvas pela obediência à lei, mas agora, pela aceitação de Cristo. A expressão "não é mais" indica que antes o era, no entender de Scofield. 

Perguntas Para os Dispensacionalistas:

1. Se a salvação era alcançada através da obediência a Lei, e muitos foram salvos por obedecer a Lei, qual a necessidade de haver uma nova dispensação? E outra, qual a necessidade da vinda de Cristo?
2. Se o homem no seu estado original, ou seja, no seu estado perfeito pecou, qual sentido faz esse homem caído continuar a ser testado? (Pois não é este o propósito das dispensações?)

3. É certo que alguns dispensacionalistas já admitem que os crentes do V.T., foram salvos pela Graça. Mas, isto não seria contraditório, já que a Graça segundo eles mesmos só aparecem a partir do N.T.?

4. Na concepção Reformada todos os salvos, em todas as Épocas, quer passada, presente ou futura, são somente em Cristo (Lc.24: 13-35). No V.T., os sacrifícios já representavam Cristo. Em nenhum lugar das Escrituras fala de alguém que foi salvo porque cumpriu com a Lei. Isto significa que a para alguém ser salvo, necessariamente houve a Graça por parte de Deus, assim também, hoje ainda há a Lei de Deus.

b) O Conceito de Israel e Igreja:

1. O texto de I Cor. 10: 32 diz: "Não vos torneis causa de tropeço nem para judeu, nem para gentios, nem tão pouco para a igreja de Deus".

A simples menção de três grupos aí é suficiente para um dispensacionalista concluir que a própria Bíblia divide a humanidade em três partes distintas e se dirige a essas partes (grupos) separadamente, de maneira sistemática, e que esse texto fornece a "chave para todo estudo e interpretação da Bíblia". 

"Manejar bem a palavra da verdade" (II Tim. 2:5), conforme a interpretação dispensacionalista, é estudar a Bíblia desta maneira, dispensacionalmente. M. R. DeHaan, um pregador de rádio que muito contribuiu para a divulgação desse sistema nos Estados Unidos, relacionou MANEJAR com Cortar de Maneira Correta, e relacionou o termo aos sacrifícios do Antigo Testamento.
:
Quando o ofertante trazia um cordeiro ou outro sacrifício qualquer, o mesmo era dividido em três partes (exceto no caso da oferta queimada, que era posta inteira sobre o altar). Uma parte era oferecida a Deus, outra parte era oferecida àquele que trouxera a oferta, enquanto que a terceira partilha cabia ao sacerdote. É dessa prática que foi emprestada a expressão "que maneja bem". Significa simplesmente, dar a cada qual o que lhe pertence de direito. Ora, no estudo da Bíblia você deve ser muito cauteloso em dar à Igreja aquilo que pertence ao Corpo de Cristo, a Israel aquilo que pertence a Israel, e aos gentios aquilo que pertence aos gentios. Assim como o sacrifício era dividido ou cortado em três partes, também a Bíblia informa-nos que existem três espécies de povos neste mundo na presente dispensação.

Analisando esse sistema de interpretação, William E. Cox diz que alguém que tomasse cada versículo da Bíblia e o atribuísse a uma dessas três categorias - judeu gentio e cristão, e publicasse a Bíblia em três seções separadas, estaria prestando um serviço valioso, se esse fosse o método correto de se manejar (dividir) bem a Palavra de Deus.

INFELIZMENTE, noto que todos os livros de Historia da Igreja, relatam o inicio da Igreja a partir do livro de Atos, ou seja, após o Pentecostes. Todavia, na concepção Reformada a Igreja é fruto desde a criação. Isso não significa que todos os autores são dispensacionalistas, mas, penso que os mesmos deveriam trazer pelo menos uma nota de roda pé, mostrando a concepção reformada em relação à concepção que a mesma tem do inicio da Igreja.

__________________________
Rev. José Roberto de Souza é Pastor da Igreja Presbiteriana do Ibura, Recife/PE; Professor e Coord. do Departamento de História da Igreja no Seminário Presbiteriano do Norte (SPN); Especialista em História da Religião e da Arte (UFRPE); Mestrando em Teologia e História.

Extraído do site:  Eleitos de Deus



Márcio Melânia
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“QUEM É O ESPÍRITO SANTO”

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 01 - DATA: 03/04/2011
TÍTULO: "QUEM É O ESPÍRITO SANTO"
TEXTO ÁUREO – Jo 14:16
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: - Jo 14:16-17, 26; 16:13-15
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br


I – INTRODUÇÃO:

• Muito erro e confusão existem em nossos dias no tocante à personalidade, às operações e às manifestações do Espírito Santo. Eruditos conscientes, mas equivocados, tem sustentado pontos de vista errôneos a respeito dessa doutrina. É vital para a fé de todo servo de Deus que o ensino bíblico a respeito do Espírito Santo seja visto em sua verdadeira luz e mantido em suas corretas proporções.

II - O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA:

- Muitos acreditam ser Ele uma "Força Impessoal", "Uma Influência" ou "Um Sentimento Avivado". Porém, o Espírito Santo é uma Pessoa, a Terceira Pessoa da Santa Trindade. Vejamos:

- (1) - A BÍBLIA USA O PRONOME PESSOAL "ELE" EM RELAÇÃO AO ESPÍRITO SANTO - Jo 16:8, 13-14.

- (2) - O ESPÍRITO SANTO FALA DE SI NA PRIMEIRA PESSOA, EMPREGANDO OS PRONOMES "EU" e "ME" - At 10:19-20; 13:2.

- (3) - A BÍBLIA CONFERE AO ESPÍRITO SANTO ATRIBUTOS HUMANOS:

• (A) - Ele tem vontade - I Cor 12:11;

• (B) - Ele conhece - I Cor 2:10-11; Rm 8:27 – O Espírito Santo não é mero poder ou influcencia iluminadora, e, sim, uma Pessoa dotada de intelecto, que conhece as profundezas de Deus e no-las revela.

• (C) - Ele tem sentimento - Ef 4:30 – Ninguém pode entristecer a lei da gravidade, ou fazer com que se lamente o vento oriental. Portanto, a não ser que o Espírito Santo seja uma Pessoa, a exortação de Paulo aqui seria sem significado e supérflua.

• (D) - Ele ama - Rm 15:30.

- (4) - A BÍBLIA ATRIBUI AO ESPÍRITO SANTO ATITUDES DE UM SER HUMANO:

• (A) - Ele fala - At 13:2; Apc 2:7, 11, 17, 29; 3:6, 13, 22

• (B) - Ele testifica - Jo 15:23;

• (C) - Ele intercede - Rm 8:26-27;

• (D) - Ele guia e conduz - Rm 8:14 cf At 16:6-7;

• (E) - Ele é bom - Ne 9:20;

• (F) - Ele ensina - Jo 14:26; 16:12-14; Ne 9:20

• (G) – Ele clama - Gl 4:6;

• (H) – Ele dá testemunho – Jo 15:26

• (I) – Ele chama homens e os comissiona – At 13:2; 20:28


- (5) - A BÍBLIA DESCREVE ATITUDES HUMANAS COM AS DO ESPÍRITO SANTO:

• (A) - Pode-se mentir ao Espírito Santo - At 5:3;

• (B) - Pode-se falar (blasfemar) contra  o Espírito Santo - Mt 12:31-32;

• (C) - Pode-se entristecer o Espírito Santo - Sl 10:33; Is 63:10-11; Ef 4:30;

• (D) - Pode-se resistir ao Espírito Santo - At 7:51;

• (E) - Pode-se extinguir o Espírito Santo - I Ts 5:19.

III - O ESPÍRITO SANTO É DEUS:

- (1) - Ele é chamado Deus - At 5:3-4;

- (2) - Seu nome está ligado ao de Deus e ao de Cristo - Mt 10:20; At 16:7; Rm 8:9;

- (3) - Ele faz parte da Santa Trindade - Mt 28:19; II Cor 13:13; I Jo 5:7 cf Ef 4:4-6;

- (4) - Ele é chamado Senhor – II Cor 3:18

- (5) - No Antigo Testamento há afirmações referentes a Jeová que, no Novo Testamento, são atribuídas ao Espírito Santo:

- (A) - Is 6:8-10 comparar com At 28:25-27;

- (B) - Ex 16:7 comparar com Hb 3:7-10

IV - O ESPÍRITO SANTO TEM ATRIBUTOS ESSENCIAIS À DIVINDADE:

- (1) - Ele é eterno - Hb 9:14;

- (2) - Ele é onipresente - Sl 139:7-10;

- (3) - Ele é onisciente - Jo 14:26; 16:12-13; I Cor 2:10-11;

- (4) - Ele é onipotente - Lc 1:35-37; I Cor 12:11.

V - AO ESPÍRITO SANTO SÃO ATRIBUÍDAS OBRAS EXCLUSIVAS DA DIVINDADE:

- (1) - O Espírito Santo estava ativamente atuando na obra da criação do mundo - Jó 33:4; Sl 104:30;

- (2) - O Espírito Santo operou na restauração do mundo - Gn 1:2;

- (3) - O Espírito Santo operou na encarnação de Jesus - Lc 1:35; Mt 1:18-20;

- (4) - O Espírito Santo é transmissor ou autor das vidas física e espiritual – Rm 8:11; Jo 6:63; Gn 2:7; Jo 3:5-8; Tt 3:5; Tg 1:18;

- (5) - O Espírito Santo é o Autor da profecia divina, ou seja, Ele é O Inspirador da Bíblia – II Pe 1:21; II Sm 23:1-3.

VI – CONSIDERAÇÕES FINAIS:

• É absolutamente necessário conhecer o que a Bíblia ensina sobre o Espírito Santo. A falta de conhecimento desta doutrina tem causado prejuízo espiritual na vida de muitos, que ainda nos dias atuais continuam dizendo: "... NÓS NEM AINDA OUVIMOS QUE HAJA ESPÍRITO SANTO" – At 19:2c

• Devemos seguir uma das exortações do apóstolo Paulo, que escreveu: "... NÃO QUERO, IRMÃOS, QUE SEJAIS IGNORANTES" – I Cor 12:1b

• Logo, é extremamente necessário conhecermos o Espírito Santo por três motivos, pelo menos:

• (1º) – PORQUE É A VONTADE DE DEUS – Os 6:3

• (2º) – PORQUE VIVEMOS NA DISPENSAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO – II Cor 3:6-8; e

• (3º) – PORQUE DEUS PROMETEU DERRAMÁ-LO NOS ÚLTIMOS DIAS – At 2:17

FONTES DE CONSULTA:

1) Bancroft, E. H., Teologia Elementar - Imprensa Batista Regular

2) Bergstén, Eurito - A Santa Trindade - CPAD

3) Olson, Lawrence - A Verdade Sobre a Trindade e o Batismo em Nome de Jesus - CPAD

TÍTULO: “PAULO TESTIFICA DE CRISTO EM ROMA”

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 27 - DATA: 27/02/2011
TÍTULO: “PAULO TESTIFICA DE CRISTO EM ROMA”
TEXTO ÁUREO – At 23:11
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: At 27:18-25
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO

e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I – INTRODUÇÃO:


- At 23:11 – “Na noite seguinte, apresentou-se-lhe o Senhor e disse: Tem bom ânimo: porque, como deste testemunho de mim em Jerusalém, assim importa que o dês também em Roma”.

- At 27:23-25 – “Porque esta noite me apareceu um anjo do Deus de quem eu sou e a quem sirvo, dizendo: Não temas, Paulo, importa que compareças perante César, e eis que Deus te deu todos os que navegam contigo. Portanto, senhores, tende bom ânimo; pois creio em Deus que há de suceder assim como me foi dito”.


- Deus dera ao apóstolo Paulo a certeza dele proclamar a mensagem em Roma, o maior centro do mundo de então. Essa certeza servia como grande farol nas horas do mais negro desespero para seus companheiros descrentes. Afinal, A TEMPESTADE, A ESCURIDÃO, O MAR BRAVIO, A FORÇA E O SOM DO VENTO NÃO PUDERAM ATRAPALHAR AS COMUNICAÇÕES DIRETAS DOS CÉUS COM PAULO, O PRISIONEIRO DE CRISTO.

II – PAULO EM MALTA:

- Não há razão para dizer que o fato de Paulo sofrer tão pavoroso naufrágio prova que não fazia toda a vontade do Senhor. Deus não nos promete uma vida isenta de sofrimentos. É quando andamos mais perto de Cristo que sofremos as maiores tormentas.

- At 28:1-6 - Paulo acabara de escapar de um “euro-aquilão”; estava molhado e com frio. Agora, enfrenta a mordedura de uma víbora.


- Aqueles que se esforçam em querer servir a Deus e ao próximo devem esperar que do calor do trabalho saia uma “víbora” dormente, para morder a mão daquele que está na seara do Senhor.


- At 28:4, 6 - “CERTAMENTE ESTE HOMEM É HOMICIDA...”; “... MUDANDO DE PARECER, DIZIAM QUE ERA UM DEUS” – A princípio, os moradores da Ilha de Malta julgaram que Paulo fosse um criminoso. Logo depois, diziam que era um deus.


- Fato quase que idêntico ocorreu em Listra – At 14:8-19 – A princípio, julgaram que Paulo fosse um deus e, depois, o apedrejaram como um malfeitor.


- É assim que acontece: Os que levam a mensagem de Cristo enfrentam a “víbora” da calúnia, da censura, da perseguição. Vemos que a multidão que é movida a ovacionar o pregador vitorioso, muda, em um só dia, para acreditar na venenosa “víbora”.

- Porém, tenhamos fogo no altar! A “víbora” fugirá do calor! Sacudamos a “víbora” no fogo e não padeceremos mal algum! – At 28:3-4.

III – DA ILHA DE MALTA PARA ROMA:

- At 28:15 – “OS IRMÃOS... NOS SAÍRAM AO ENCONTRO” – O apóstolo Paulo viu um grupo de pessoas aproximando-se dele. Eram os irmãos em Cristo que, com toda pureza da fé e do amor, saíram para receber o servo do Senhor.

- Sem dúvida, o apóstolo dos gentios já conhecia pessoalmente alguns daqueles irmãos que saíram da cidade para recebê-lo – Rm 16:5-16 – Isto porque três anos antes, Paulo escrevera a maravilhosa epístola àqueles crentes romanos – Rm 1:7.

- At 28:15 - “E PAULO, VENDO-OS, DEU GAÇAS A DEUS E TOMOU ÂNIMO” – Paulo levantou seu coração e a sua voz em ações de graças Àquele que respondera as suas súplicas – Rm 15:30-32.

- Mesmo os mais experimentados e mais desenvolvidos mensageiros de Deus precisam da inspiração e edificação que recebem da convivência entre seus irmãos.

- At 28:16-24 – Quantos grandes homens entraram em Roma coroados e triunfantes, mas que eram verdadeiras pragas para a sua geração?

- Paulo, porém, que era uma das maiores bênçãos para sua geração, entrou desprezado, pobre e cativo.

- Naquela época, Nero era o Imperador de Roma. Apesar de ele não ter mais de vinte e cinco anos de idade, as suas mãos haviam sido manchadas com sangue da sua própria mãe, Agripina, e, talvez, com o da sua esposa, Otávia.

- Paulo nunca se referiu a si mesmo como o prisioneiro de César ou de Nero, mas sempre de Cristo – Ef 3:1; Fp 1:12-14. Era embaixador em cadeias – Ef 6:20.

- Em Roma, Paulo era embaixador de Deus:

- (1) – Aos judeus – At 28:17-29;

- (2) – Aos soldados e à casa de César – Fp 1:12-14; 4:22

- (3) – Aos gentios – At 28:28-31

- (4) – Aos cristãos – Rm 1:9-15

- At 28:23 – “... DESDE A MANHÃ ATÉ À NOITE” – Para o apóstolo Paulo, o negócio do Rei era urgente! Como de costume, aquele apóstolo remia o tempo! Pregou o dia inteiro! – I Sm 21:8; Cl 4:5.

- A boca fala do que o coração está cheio: O comerciante não cansa de falar em comprar e vender; o jogador de falar sobre jogos; o literato de falar na literatura; o músico de falar na música; o crente salvo, de falar da salvação em Cristo Jesus.

IV - COMO PAULO ANUNCIOU O EVANGELHO:

- At 26:18:

- (1) - Abriu os olhos dos ouvintes

- (2) - Mostrou-lhes a libertação dos laços de Satanás

- (3) - Ofereceu-lhes o perdão dos pecados

- (4) - Indicou-os para a salvação pela fé; Para santificação pela fé; e para herança celestial

V - AS QUATRO DIMENSÕES DO EVANGELHO:

- Ef 3:18:

- A oração de Paulo é que nós possamos compreender as seguintes dimensões do Evangelho:

- (1) - A “LARGURA” DO EVANGELHO - (Apc 5:9, 13; 7:9-10; 14:6) - O Evangelho é tão largo que não se pode excluir nenhuma entidade, nenhuma comunidade humana.

- (2) - O “COMPRIMENTO” DO EVANGELHO - (I Cor 15:24) - No tempo, começando no Éden, logo após a queda do homem, até o fim, quando o Reino for entregue ao Pai, durante todo esse espaço de tempo (o comprimento), Deus estará operando para produzir o seu propósito. Desde Adão e Eva até o último cristão a se converter no instante em que Cristo voltar, este é o “comprimento”. Nunca houve, nem haverá, até Cristo voltar, um intervalo na operação poderosa e salvadora do evangelho!

(3) - A “ALTURA” DO EVANGELHO - (Fp 2:9-11) - Vem do mais alto céu e desce até ao mais baixo inferno. O Evangelho, ou seja, o propósito de Deus, influirá em todo o Universo, em toda existência.

- (4) - A “PROFUNDIDADE” DO EVANGELHO - (Ef 2:1-3) - Não há algum pecador ou rebelde que não possa ser incluído em tão grande salvação.

VI - COMO DEVEMOS ANUNCIAR O EVANGELHO:

- (1) - Conforme fez Jesus, anunciando a Escritura - Lc 4:16-21; Jo 3:14-18

- (2) - Conforme fez Paulo em Atenas, com seriedade - At 17:16 e ss

- (3) - Conforme João, glorificando o amor - I Jo 4:9-
- (4) - Como Felipe, dando o exemplo de Cristo - At 8:35-40

- (5) - Como a mulher samaritana, com eficiência - Jo 4:28-30, 39-42

- (6) - Dando o exemplo e praticando - I Ts 1:7-10

- (7) - No Espírito Santo - I Pe 1:12

VII - COMO DEVEMOS PREGAR:

- (1) - Apresentando fielmente todos os desígnios de Deus – At 20:27

- (2) - Não a nós mesmos – II Cor 4:5

- (3) - Obedecendo e com grande alegria – At 4:20

- (4) - Em cada oportunidade – II Tm 4:2

- (5) - Através do próprio bom exemplo – I Pe 5:3

- (6) - A partir de nossa experiência – I Jo 1:1-3

- (7) - Anunciando a palavra sabiamente e ganhando almas – Pv 11:30


VIII - DIVERSOS LUGARES ONDE O EVANGELHO FOI ANUNCIADO:

- (1) - Nas ruas de Jerusalém - Mt 22:9; At 2:14

- (2) - Diante da porta do Templo - At 3:2, 1-12

- (3) - No Sinédrio - At 5:27...

- (4) - Na viagem - At 8:30...

- (5) - Nas sinagogas - At 9:20; 13:14-15; 19:9

- (6) - Em diversas moradias - At 10:24; 16:32; 28:30

- (7) - Ao ar livre - At 16:13

- (8) - Nas prisões - At 16:28, 31

- (9) - Na própria casa - At 28:30-31

- (10) - Em praça pública - At 17:22

- (11) - De casa em casa - At 20:20

- (12) - Diante de juízes e reis - At 24:24; 26:1

IX – CONSIDERAÇÕES FINAIS:

- É evidente que o Espírito Santo não findou a história gloriosa de Atos. O livro de ação é sem epílogo; não tem fecho porque até hoje os servos de Deus, cheios do Espírito Santo, estão acrescentando outros capítulos preciosos e ainda não escritos.

- Aqui nas considerações finais, passamos a notar o grande contraste entre a experiência de Paulo e a de Jonas:

- (1) – Jonas fugia de Deus; Paulo seguia a direção divina.

- (2) – Jonas mostrou-se remisso, dormindo na tempestade; Paulo se esforçava animadamente, socorrendo os passageiros;

- (3) – Levantou-se um grande temporal para destruir o navio, por causa de Jonas; se o centurião e o mestre do navio seguissem o conselho de Paulo, não se teria perdido o navio – At 27:9-10

- (4) – Jonas foi obrigado a testificar de Deus; Paulo o fez de livre vontade.

- (5) – A presença de Jonas no navio era ameaça de vida dos gentios; a presença de Paulo era uma garantia para a vida de todos os gentios.

- (6) – Todos os passageiros do navio salvaram-se, jogando Jonas ao mar; todos os presentes no navio foram salvos porque Paulo permaneceu na embarcação.

- Paulo, andando segundo o querer de Deus e em comunhão com Ele, tornou-se bênção para todos quantos atravessavam perigo ao seu lado. Daí, grande é o contraste entre aqueles que sofrem grandes tribulações ao lado de Jesus e aqueles que passam grandes tribulações porque andam longe dEle.

FONTES DE CONSULTA:

1) Neves, Mário - Atos dos Apóstolos Comentário Prático - Casa Editora Presbiteriana
2) Boyer, Orlando – A Espada Cortante – Vol 2 - CPAD

5) Hurtado, Larry W, Novo Comentário Bíblico Contemporâneo (Marcos) - Editora Vida
6) Carta aos Romanos - Edições CPAD - Autor: Elienai Cabral
7) Tão Grande Salvação - ABU Editora - Autor: Russell Shedd
8) Brinke, Georg - Mil Esboços Bíblicos de Gênesis a Apocalipse - Editora Evangélica Esperança

Deus continue vos abençoando - GERALDO CARNEIRO FILHO Fonte

AS VIAGENS MISSIONÁRIAS

1º TRIMESTRE DE 2011 - LIÇÃO Nº 12 - 20/03/2011 - "AS VIAGENS MISSIONÁRIAS DE PAULO"

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 12 - DATA: 20/03/2011
TÍTULO: "AS VIAGENS MISSIONÁRIAS DE PAULO"
TEXTO ÁUREO – At 13:2
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: At 13:1-5; 46-49
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/

I – INTRODUÇÃO:

• Paulo é considerado o maior missionário do Cristianismo, pelo muito que realizou em pouco tempo. Por falar as principais línguas da época e possuir uma cultura invejável, tinha o livre acesso à sociedade gentílica de qualquer nação. Por isso, pregou no Areópago, em Atenas, lugar sagrado dos filósofos gregos. 

Ele não possuía os recursos de que dispomos na atualidade e fez muito mais do que todos nós juntos. Na maioria das vezes, andava a pé, ou em velhas embarcações, ocasião em que enfrentou diversos perigos, tanto dos salteadores (nas estradas), como nos mares, por causa das tempestades e dos piratas.
 
• Em todas as viagens que empreendeu, Paulo defrontou-se com muitas perseguições: Uma vez, foi apedrejado até considerá-lo morto; em Filipos, apesar de ser um cidadão romano, foi despido e apanhou publicamente. No entanto, em vez de reclamar, na prisão daquela localidade, glorificou a Deus e ganhou o carcereiro para Jesus.
• Vejamos, pois, cada viagem missionária do apóstolo dos gentios, separadamente.
Turma do Primeiro Ano STBNET: Primeira Viagem Missionária de Paulo | http://stbnet.blogspot.com/2010...II - PRIMEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA:
• Texto bíblico: At 13:4 – 14:28
• Missionários: Paulo e Barnabé
• Ajudante: João Marcos
• Não podemos determinar a data do início. Pode ter sido entre 45 e 50, ou 46 e 48 d.C.. Também não sabemos quanto tempo durou. Há quem calcule o tempo gasto de cinco anos (considerando a data de 45 a 50 d. C.) e incluindo o tempo que ficaram em Antioquia da Síria, depois do relatório referido em At 14:28

II.1 - ITINERÁRIO DE IDA:

• (1) - De Antioquia da Síria ao Porto de Selêucida (At 13:2-4);
• (2) - Do Porto de Selêucida, por navio, para Salamina, na Ilha de Chipre (At 13:5);
• (3) - De Salamina a Pafos (At 13:5-6)
• (4) - De Pafos, em Chipre, foi para Perge, na Panfília (At 13:13)
• (5) - De Perge para a Antioquia da Psídia (At 13:14)
• (6) - De Antioquia da Psídia para Icônio, em Licaônia (At 13:50-51);
• (7) - De Icônio a Listra (At 14:5-6);
• (8) - De Listra a Derbe (At 14:20)

II.2 - ITINERÁRIO DE VOLTA:
 
• (1) - Derbe, Listra, Icônio, Antioquia da Psídia (At 14:21); Perge (At 14:25)
• (2) - De Perge a Atália - Porto Marítimo da Panfília - (At 14:25)
• (3) - De Atália a Antioquia da Síria, ponto de partida (At 14:26-28)


II.3 - OS ACONTECIMENTOS DURANTE A PRIMEIRA VIAGEM:

• (1) - A vocação à missão (At 13:1-3)
• (2) - A evangelização em Chipre (At 13:4-12) - O nome de Saulo é mudado para Paulo (At 13:9) e Elimas é atacado com cegueira (At 13:6-12);
• (3) - João Marcos volta a Jerusalém - Início da Evangelização da Ásia Menor;
• (4) - Paulo pregou seu grande sermão (At 13:16-41);
• (5) - A evangelização na sinagoga de Antioquia da Psídia (At 13:13-52)
• (6) - O conflito em Icônio (At 14:1-7)
• (7) - Paulo é apedrejado após uma tentativa de adorá-lo (At 14:8-9)
• (8) - A evangelização dos pagãos em Listra (At 14:8-20)
• (9) - A viagem de volta à Antioquia (At 14:21-28) – Foram estabelecidas Igrejas nessas localidades (At 14:21-23)


III - SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA:

• Texto bíblico: At 15:36 - 18:22
• Missionários: Paulo e Silas (At 15:40)
• Ajudantes: Timóteo (At 16:1); Lucas (At 16:10); Áquila e Priscila (At 18:1-3)
• Tempo gasto: Mais ou menos quatro anos (51-54 d. C.)
 ... de Paulo 2ª Viagem missionária de Paulo 3ª Viagem missionária de | http://www.rodrigopessoa.net...

III.1 - ITINERÁRIO:
• (1) - Síria, Cilícia (At 15:41); Derbe, Listra (At 16:1);
• (2) - De Listra a Trôade (At 16:6-8);
• (3) - De Trôade a Filipos e Macedônia - via Samotrácia e Neápolis - (At 16:11-12);
• (4) - De Filipos a Tessalônica - via Anfípolis e Apolônia (At 16:40-17:1);
• (5) - De Tessalônica a Beréia (At 17:10)
• (6) - De Beréia a Atenas (At 17:14-15);
• (7) - De Atenas a Corinto (At 18:1) - ficando em Corinto por quase dois anos;
• (8) - De Corinto a Éfeso e Antioquia da Síria - via Cesaréia e Jerusalém - (At 18:19, 22);
• (9) - De Éfeso a Jerusalém, via Cesaréia (At 18:19-22);
• (10) - De Jerusalém a Antioquia, via Tiro e Sidom (At 18:22)


III.2 - ACONTECIMENTOS DURANTE A SEGUNDA VIAGEM:

• (1) - Paulo e Silas deixam Antioquia (At 15:40)
• (2) - Timóteo junta-se a Paulo e Silas em Listra (At 16:1-3)
• (3) - A volta de Paulo a Derbe e Listra (At 16:1-5)
• (4) - A chamada à Macedônia ou visão de Paulo em Trôade (At 16:6-10)
• (5) - Filipos: A primeira Igreja em Macedônia (At 16:11-40); conversão de Lídia em Filipos (At 16:24)
• (6) - Tessalônica e Beréia (At 17:1-15); a turba assalta a casa Jasom em Tessalônica (At 17:5)
• (7) - Atenas: O discurso no Areópago (At 17:16-34)
• (8) - Corinto (At 18:1-17); Sóstenes espancado (At 18:17)
• (9) - Paulo parte de Corinto (At 18:18-22); Paulo prega em Éfeso (18:19)


IV - TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA:

• Texto bíblico: At 18:23 – 21:17
• Missionário: Paulo
• Ajudantes: Timóteo e outros
• Tempo gasto: Quatro anos (54-58 d. C.)
terceira viagem missionária de Paulo | http://lucianemaria.blogspot.com/2010/06/paulo.html

IV.1 - ITINERÁRIO:
• (1) - De Antioquia da Síria, passando por Cilícia, Galácia
• (2) - Da Galácia, através da Frígia, foi a Éfeso, na Ásia (At 19:1);
• (3) - De Éfeso, via Macedônia, foi a Corinto, na Grécia, também chamada de Acaia (At 20:1-2);
• (4) - De Corinto, através da Macedônia, foi a Trôade (At 20:3-6);
• (5) - De Trôade, por mar, foi a Mileto (At 20:13-15);
• (6) - De Mileto, através de Rodes e Pátara, foi a Tiro (At 21:1-3)
• (7) - De Tiro, através de Cesaréia, foi a Jerusalém (At 21:7-15)


IV.2 - ACONTECIMENTOS DURANTE A TERCEIRA VIAGEM:

• (1) - Paulo viaja a Cesaréia e a Antioquia (At 18:22-23)
• (2) - A chegada de Apolo (At 18:24-28)
• (3) - Os doze discípulos em Éfeso (At 19:1-7)
• (4) - A obra de Paulo em Éfeso: Os convertidos queimas livros (At 19:8-22)
• (5) - A reação do paganismo em Éfeso: O Templo de Diana (At 19:23-41)
• (6) - Em Corinto, judeus conspiram contra Paulo (At 20:3)
• (7) - Em Trôade, Êutico cai da janela e é socorrido por Paulo (At 20:9-12)
• (8) - Em Mileto, Paulo despede-se dos presbíteros de Éfeso (At 20:17-38)
• (9) - Paulo deixa os amigos em Tiro (At 21:3-6)
• (10) - Em Cesaréia, Ágabo liga suas próprias mãos com o cinto de Paulo (At 21:10-11)
• (11) - A viagem de Paulo para Jerusalém (At 21:12-17)


V - VIAGEM A ROMA:

• Com Lucas, Aristarco e outros (At 27:1 - 28:16)
• Alguns teólogos consideram que, ao todo, Paulo realizou quatro viagens missionárias, levando-se em conta que, ao ser enviado preso para Roma, aproveitou a oportunidade, em todos os lugares em que o navio aportava, para pregar o Evangelho. A prova disso está na grande obra realizada na Ilha de Malta, onde ganhou todos os seus moradores para Jesus.
• Assim, como podemos observar, o apóstolo Paulo realizou todas as viagens sob a égide do Espírito Santo, pois quando viajava para Bitínia, a Terceira Pessoa da Trindade o constrangeu a seguir para a Macedônia, momento em que se iniciou a evangelização da Europa. Como resultado disso, o Evangelho chegou até nós.


VI - CONSIDERAÇÕES FINAIS:

• At 13:1-3 – Um dos maiores empreendimentos do mundo são as missões estrangeiras e, aqui, temos o início dessa grande obra. A ideia originou-se exatamente como devia: Numa reunião de oração.
• Paulo, por tudo o que sofreu durante o exercício do seu ministério como apóstolo dos gentios, tornou-se o modelo para todos nós. Agora, basta descruzarmos os braços, orarmos, buscarmos a direção divina e realizarmos a obra que o Senhor Jesus nos confiou, desde o momento em que O aceitamos como nosso Salvador.


FONTES DE CONSULTA:

1) Neves, Mário - Atos dos Apóstolos Comentário Prático - Casa Editora Presbiteriana

2) Enciclopédia da Bíblia – Editora Cultura Cristã

3) Lições Bíblicas CPAD – 3º Trimestre de 1996 – Comentarista: Esequias Soares

4) Davis, John D., Dicionário da Bíblia - JUERP