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PROCURA-SE UMA BOA IGREJA



           PROCURA-SE UMA "BOA IGREJA



Tornou-se comum nos círculos pastorais se falar em uma "boa igreja". Mas, o que tal expressão envolve? Qual o conceito de uma "boa igreja" em alguns círculos evangélicos na atualidade?

Ouvindo e analisando o discurso sobre uma "boa igreja", cheguei a conclusão de que para se enquadrar nesse perfil, é necessário que uma igreja local ou congregação preencha os seguintes requisitos:

- Ter um bom número de membros e congregados ativos;

- Esse bom número de membros e congregados ativos devem proporcionar uma boa oferta, capaz de promover o crescimento institucional desta igreja, e de proporcionar tranquilidade e segurança financeira ao seu pastor;

- O templo onde os cultos são realizados deve estar situado num lugar de boa visibilidade, bom acesso e bom estacionamento;

- Uma boa arquitetura exterior e interior, associada a um bom conforto são indispensáveis;

- A vida comunitária deve ser de boas relações, onde os conflitos internos são os mínimos possíveis;

- A "boa igreja" não precisa exercer influência na vida espiritual e moral dos moradores do bairro ou da cidade onde está inserida, desde que exerça uma forte influência política e social entre os mesmos;

- A "boa igreja" é caracterizada pela presença de membros e visitantes ilustres da classe média alta, dos ricos e de personalidades notáveis de grande destaque social.

Como se percebe, a ideia contemporânea sobre uma "boa igreja" em nada se alinha com aquilo que as Escrituras dizem acerca da Igreja de Jesus. A visão acima apresentada, de caráter mercadológico e empresarial, acaba promovendo competição entre aqueles que anseiam um dia pastorear uma "boa igreja", ou frustração na vida daqueles que são removidos de uma "boa igreja".

Uma igreja local "boa" é aquela que está inserida no contexto maior da Igreja Universal, edificada por Jesus (Mt 16.18), único e inabalável fundamento (1 Co 3.11).

Uma igreja local "boa" possui tal qualidade pelo fato de ser criação de um Deus essencialmente e plenamente bom (Ef 3.6-9).

Uma igreja local "boa" é aquela que manifesta a multiforme sabedoria de Deus entre principados e potestades nos lugares celestiais (Ef 3.10).

Uma igreja local "boa" trabalha na evangelização e na prática do discipulado entre os povos (Mc 16.15; Mt 28.19-20), na perseverança na doutrina, na oração, na comunhão, na adoração (At 2.42-47) e no socorro aos necessitados (At 4.32-35).

Uma igreja local "boa" é rica em Cristo, em toda palavra e conhecimento (1 Co 1.5).

Uma igreja local "boa" é plena dos dons do Espírito (1 Co 1.7).

Uma igreja local "boa" é caracterizada por ser coluna e baluarte da verdade (1 Tm 3.15).

Uma igreja local "boa" não está isenta de problemas espirituais, morais, sociais, doutrinários ou de outra ordem, mas está sendo aperfeiçoada através do trabalho dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres que compreenderam a natureza do ministério cristão, e que se dispuseram a pagar o preço do sofrimento em todas as suas múltiplas faces e formas (At 9.16; 2 Co 1.4; 12.15).

Não importa o tamanho da igreja local, sua renda, sua influência social, sua localização geográfica, sua arquitetura ou qualquer outro fator. Se tivermos a convicção de que foi o Senhor quem nos chamou para cuidar de sua Igreja, nos alegraremos na graça de Jesus, sabendo que esta é a "boa igreja", o rebanho que está entre nós, e que nos foi confiado pelo Supremo Pastor (1 Pe 5.1-4). 

Jovem assembleiano de Vitória de Santo Antão é destaque em prêmio nacional

O jovem Anderson Tiago, hoje com 23 anos de idade, estudou o ensino fundamental e médio em escola pública e com muito esforço conseguiu uma bolsa de estudos integral na Faculdade Boa Viagem, no Recife, através do Prouni. Hoje ele já está no último ano do Curso Superior em Design de interior.

Mesmo em meio ao corre-corre da faculdade Anderson consegue conciliar suas tarefas acadêmicas com suas responsabilidades na igreja. Faz parte do Grupo Jovem da Assembléia de Deus em Vitória do Santo Antão, que tem como líder local o Pastor Manoel Anísio, e como presidente o Pastor Ailton José Alves. "Pela graça e misericórdia de Deus estou como professor da EBD na classe dos juvenis", declara o jovem universitário.
 

Como todo jovem, ele sempre teve sonhos e, como crente, sempre procurou deixar Deus como seu Senhor, como seu mentor, como seu guia maior.
 

Anderson, junto com um grupo de alunos projetou uma mesa lateral conceitual e inscreveu o projeto no Concurso de Design realizado pelo Sebrae de Minas Gerais. Quando ele menos esperava recebeu a informação que seu trabalho, feito com seus colegas, foi classificado e eles receberam uma menção honrosa no concurso. O móvel concebido pela equipe de Anderson será exposto neste mês de setembro em Belo Horizonte durante a 4ª Bienal Brasileira de Design.

"Estou muito feliz por poder representar minha cidade e o povo de Deus, os jovens assembleianos e mostrar a muitos que Deus está nas nossas vidas, em um evento nacional com público internacional" comemora Anderson.
O Projeto
 
O trabalho foi desenvolvido no segundo semestre de 2011, os alunos da disciplina 'Mobiliário II' tiveram que projetar e produzir um móvel conceitual. O grupo era formado pelos alunos Anderson Tiago, Alexandro Batista, Dayane Messias, Emanuela Carneiro, Giovanna Rouiller e Gabriela Lira idealizaram o conceito para o universo infantil. 

Partindo da premissa, optaram pelo personagem Bob Esponja por ser atual e de fácil identificação, que abrange a possibilidade do público alvo para todas as idades.

A grande surpresa veio no resultado final do concurso, onde, além de 12 estados brasileiros, tiveram também a participação de projetos internacionais.

Foram mais de 285 trabalhos e entre eles na categoria APL's de Minas, o projeto Mesa Lateral - Bob Esponja, foi o único representante de Pernambuco classificado dentre todas as categorias.

O resultado final do produto foi tão satisfatório, que eles resolveram inscrever o projeto no prêmio Sebrae Minas Design 2012, que tem como objetivo reconhecer e difundir os novos talentos de Design Brasileiro, desenvolvendo projetos, incentivando a implementação e prática do design nas micro empresas e empresas de pequeno porte.

Foram utilizados elementos e cores que são próprios do personagem e de fácil reconhecimento para desenvolver o objeto. Tendo toda a preocupação ergonômica, sua utilização como mesa lateral comporta objetos na sua face superior, no nicho e a calça pode servir como gaveta ou porta.
 

A DIVISÃO ESPIRITUAL NO LAR

A DIVISÃO ESPIRITUAL NO LAR
Texto Áureo: I Pe. 3.1 – Leitura Bíblica: I Co. 7.12-16
Prof. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO
Idealizamos em demasia a família, principalmente a cristã. Imaginamos, às vezes, que existem lares perfeitos. Na lição de hoje, veremos que as famílias, no contexto da Bíblia, são imperfeitas, principalmente quando um dos cônjuges não expressa a fé em Cristo. A princípio, trataremos a respeito das situações em que um cônjuge se converte, mas o outro continua descrente, em seguida, apresentaremos encaminhamentos bíblicos para o convívio conjugal em casos como esses.

1. UM CÔNJUGE DESCRENTE
Em I Co. 7.12-16 Paulo apresenta algumas instruções em relação ao casamento, principalmente em contextos nos quais um dos cônjuges é descrente. A orientação do Apóstolo é que "a mulher não se separe do marido (...) e que o marido não se aparte da sua mulher" (vs. 10,11). Paulo repete textualmente as palavras de Jesus: "quem repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério contra aquela. E se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério". Por conseguinte, o comprometimento conjugal entre um homem e uma mulher é para toda a vida, como dito nos votos nupciais, "na saúde e na doença; na alegria e na tristeza; até que a morte os separe". Conforme disse o Senhor, "o que Deus juntou não o separe o homem" (Mc. 10.9,11). Mas Paulo está preocupado com uma situação que deveria ser bastante comum em Corinto, um cristão novo convertido está casado com uma pessoa descrente, resultando em divisão espiritual no lar. Em situações tais, é comum a tensão entre os cônjuges, haja vista os padrões de vida distintos. O resultado, naquele tempo, como acontece atualmente, é a diferença nos interesses, principalmente os espirituais. O marido ou a mulher pode se dar conta de que está vivendo com uma nova pessoa, que, necessariamente, não é a que ele ou ela gostaria. O ensinamento apostólico, apoiado também por Pedro, é que as mulheres que tenham um marido descrente sejam: "submissas a vossos próprios maridos, para que, se alguns ainda não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra alguma, por meio do procedimento de suas esposas, ao observarem o vosso honesto comportamento cheio de grande temos" (I Pe. 3.1,2). Como aplicação geral, o cônjuge crente deve ser espiritualmente sábio para não perder seu casamento por causa da descrença do marido ou da esposa.

2. CASAMENTOS IMPERFEITOS
O princípio fundamental é que nenhum casamento é perfeito, já que as pessoas que dizem "sim", são caídas, mesmo as que são cristãs. Essa situação é mais difícil ainda quando um dos cônjuges converte-se ao evangelho, e outro permanece descrente. Por esse motivo, o ideal é que não haja jugo desigual no namoro, os jovens cristãos devem se casar no Senhor (II Co. 6.14). Mas o jugo desigual não está restrito à fé, é necessário também que os jovens cristãos avaliem a possibilidade de um relacionamento. A diferença marcante na condição socioeconômica e educacional pode ser um jugo desigual para o futuro do casamento.  Por isso, os jovens devem avaliar as condições reais para a realização de um casamento. O damasceno Eliezer, ao ser enviado por Abraão, a fim de trazer uma noiva para Isaque, considerou as circunstâncias na escolha, sem deixar de orar (Gn. 24. 12-26). A escolha apropriada é importante porque depois de casados, não há outra saída senão administrar as diferenças, a fim de permanecerem juntos. Mas no caso em que um dos cônjuges se converte depois do casamento, Paulo diz que o "marido incrédulo é santificado no convívio da esposa e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente" (I Co. 7.14). Isso quer dizer que quando um cônjuge entrega a vida ao Senhor o outro tem seu proceder modificado. O Apóstolo não está garantindo a salvação "automática" para o cônjuge descrente, mas um relacionamento sexual que tem a benção de Deus, bem como os filhos provenientes dessa relação. A esperança do Apóstolo, como a de todos os cristãos que estão envolvidos em um casamento no qual um dos cônjuges é descrente, e que a conversão aconteça em algum momento. O amor é o caminho sobremodo excelente para que um cônjuge crente possa conduzir o cônjuge descrente ao evangelho de Jesus Cristo (I Co. 13). Os crentes foram "chamados para a paz" (v. 15), esse é o princípio dominante no relacionamento conjugal.

3. CASAMENTOS COM GRAÇA
Nenhum casamento subsiste sem amor, e principalmente sem graça, com a permissão de um trocadilho, casamento sem graça é uma desgraça. Isso porque a palavra "graça", em grego charis, quer dizer "favor imerecido". Os cônjuges, sejam crentes ou descrentes, precisarão estar cientes de que o casamento é uma união de pessoas imperfeitas, para usar um termo mais teológico, pecadoras. Alguns cursos para casais partem de visões idealizadas que não têm o respaldo bíblico. Quando lemos a Bíblia, nos deparamos com uma série de casamentos imperfeitos: maridos polígamos, filhos desobedientes e adultérios escandalosos. Apesar de tudo, Deus agiu através desses casamentos, transformando a desgraça em graça. Evidentemente, o alvo de todo cristão, dentro e fora do casamento, é a santificação, para a qual fomos chamados (I Pe. 1.15,16), mas também para a graça, aceitando um ao outro, sem aspereza (Cl. 4.6), exercitando o perdão (Cl. 3.13). O casamento, seja entre pessoas crentes ou descrentes, é formado por pessoas pecadoras. A queda conduz o ser humano a pensamentos egoístas, por isso, cada um deve examinar a si mesmo diante do Senhor (I Co. 11.28). Antes de incriminar o outro, o cônjuge deve avaliar suas motivações, saber que, como diz Paulo, é um dos principais pecadores (I Tm. 1.15). A fim de preservar o casamento, os cônjuges devem investir mais na graça, e menos nos defeitos uns dos outros. Sem esse quesito, acontecerá o mesmo que fizeram os primeiros pais. Ao invés de reconhecerem seus pecados, decidiram incriminar um ao outro, e por fim, a Satanás (Gn. 3.1-13).

CONCLUSÃO
O casamento é uma união de pessoas imperfeitas, sejam elas crentes ou descrentes. No caso em que um cônjuge não professa a fé cristã, a situação tende a ser mais difícil ainda, causando divisão espiritual. Em todos os casos, o amor é o ingrediente indispensável para a manutenção do casamento (Ef. 5.23-33), o qual é manifesto em graça, cuja expressão maior é Deus, em Seu agape (Jo. 3.16), encarnado em Cristo (Tt. 2.11-14), a fim de que vivamos para Ele (II Co. 6.16-18).

BIBLIOGRAFIA
HARVEY, D. Quando pecadores dizem 'sim'. São José dos Campos: Fiel, 2009.
PRIOR, D. A mensagem de 1 Coríntios. São Paulo: ABU, 2001.

  

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O Julgamento Diante do Trono Branco

O Julgamento Diante do Trono Branco (Apocalipse 20:11-15)



Os últimos versículos do capítulo 20 descrevem uma cena de julgamento de destruição dos mortos. A santidade de Deus não aceita a impureza daqueles cujos nomes não foram achados no Livro da Vida. Esta cena deve ser interpretada primeiro no seu contexto do castigo dos inimigos dos santos nos tempos próximos à data da composição do Apocalipse, mas tem valor, também, para a nossa instrução sobre o julgamento de Deus.

20:11 – Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.

Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta: O trono branco aparece somente aqui, mas a idéia do julgamento divino aparece em diversos textos no Antigo e Novo Testamentos. O trono mostra o domínio, e branco representa a santidade. Muitas vezes, encontramos declarações de justiça divina contra indivíduos ou povos aqui na terra. Outras vezes, a imagem é do julgamento final. Muitos interpretam este trecho como o julgamento final, e certamente algumas das idéias apresentadas aqui poderão ser aplicadas ao julgamento final. Mas, como temos feito desde o início do nosso estudo deste livro, devemos procurar primeiro a aplicação no contexto antes de fazer outras aplicações dos princípios aqui ensinados.

Mais uma vez, a cena de Daniel 7 ajuda. O Ancião de Dias preside o tribunal que abre os livros e condena o insolente chifre do quarto animal (Daniel 7:8-11). Na interpretação da visão, os santos possuem o reino, o quarto animal (Roma) os persegue, mas "se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e o consumir até ao fim" (Daniel 7:26). Com esta base, devemos aplicar o julgamento do Apocalipse 20 primeiro aos servos da besta que perseguiam os santos.

De cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles: Mais uma maneira de frisar a santidade de Deus. A criação não pode ficar diante da perfeição do Santo Deus. As criaturas corruptas, incluindo os mais poderosos dos governantes, não teriam condições de ficar em pé diante do Senhor. Numa segunda aplicação, a vinda do Dia de Deus no final dos tempos causará que a criação seja desfeita (2 Pedro 3:11-13).

20:12 – Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.

Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono: A tendência de muitos comentaristas é ver aqui a ressurreição no último dia e o julgamento final. A Bíblia claramente ensina que haverá uma ressurreição de todos e um julgamento "perante o tribunal de Cristo" (2 Coríntios 5:10; João 5:27-29). Neste trecho, podemos ver alguns princípios que aplicam-se ao julgamento final, mas parece-me mais coerente fazer a aplicação inicial no contexto da derrota do diabo e seus aliados perseguidores. O paralelo com Daniel 7 continua a nos orientar, sugerindo que o contexto do governo romano, o quarto animal, ainda determina a aplicação principal.

Os mortos, neste caso, seriam aqueles que se dedicavam à besta. Não há menção aqui de galardão para os fiéis, somente de condenação dos ímpios. Na "primeira ressurreição" (20:5), os adoradores do Cordeiro foram exaltados para reinar com ele. Aqui, podemos ver uma segunda ressurreição – dos adoradores da besta, os grandes e os pequenos (cf. 13:16), que serão condenados com ela.

Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.: Há uma distinção aqui entre os livros e o Livro da Vida. Os livros, evidentemente, representam o registro dos atos deles e mostram a justiça do julgamento de Deus (cf. Daniel 7:10), enquanto o Livro da Vida representa uma lista dos salvos (cf. Daniel 12:1; Filipenses 4:3; Apocalipse 3:5; 13:8; 17:8; 21:27).

20:13 – Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras.

Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia: Nenhum morto foi isento deste julgamento. Até os ímpios entregues à Morte e ao Inferno (6:7-8) são apresentados para o julgamento. Deus tem domínio, e ninguém consegue proteger os mortos do julgamento dele.

E foram julgados, um por um, segundo as suas obras: Os servos da besta são julgados da mesma maneira que todos serão julgados no último dia (2 Coríntios 5:10). Deus é justo, e dará a cada um segundo as suas obras.

20:14 – Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.

Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo: A Morte e o Inferno são inimigos de Deus, mas são dominados, utilizados e vencidos pelo Senhor. Existem vários sentidos ou contextos em que Jesus vence a morte e o inferno (a palavra grega aqui é hades – região dos mortos). No passado, ele a venceu na sua ressurreição (Atos 2:24-31; Romanos 6:9; 2 Timóteo 1:10). No presente, os servos fiéis participam da vitória sobre a morte (Romanos 8:2,38-39; Hebreus 2:15; 1 João 3:14). No futuro, a morte é o último inimigo a ser vencido (1 Coríntios 15:26). Aqui, em relação à guerra do dragão e suas bestas contra os santos, a morte e o inferno são derrotados e lançados no lago de fogo.

Esta é a segunda morte, o lago de fogo: O vencedor é isento desta morte (2:11; 20:6). Ele participa da vida que há em Cristo Jesus. O lago de fogo já foi representado como lugar de castigo perpétuo (20:10).

20:15 – E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.

E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo: Não há menção de nenhum justo diante do trono nesta cena. Tudo indica que este julgamento é limitado aos servos da besta. Nenhum deles será achado no Livro da Vida, onde estão escritos os nomes dos adoradores do Senhor. Os ímpios, aqueles que se submetiam à besta, são lançados no lago de fogo. Participam da segunda morte. Ainda existe o Livro da Vida. Há esperança, ou melhor, há segurança para os servos fiéis que não se prostraram diante da besta. Esta cena de julgamento diante do grande trono branco complementa a figura dos santos vitoriosos no início do capítulo. Se os adoradores da besta gozavam de alguma vantagem durante um período curto nesta vida, os adoradores do Senhor têm a garantia da vantagem final e eterna. Que consolação!

Conclusão

As almas debaixo do altar pediram a vingança divina. Deus prometeu que julgaria os perseguidores, mas na hora por ele determinada. Nos capítulos 18, 19 e 20, ele mostrou a sua fidelidade por meio de visões de julgamento e castigo. A meretriz Babilônia, a besta do mar, a besta da terra (o falso profeta), o dragão e todos os seus colaboradores foram julgados. No final dessa história, somente os servos fiéis ao Cordeiro podem ficar. E para esses fiéis – aqueles que têm os nomes escritos no Livro da Vida – ainda resta a promessa da glória eterna na presença do Senhor. Vitória absoluta e total!




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144 mil



144 mil, literal ou simbólico? | http://gilbertotheiss.blogspot.com/2011/07/144-mil-literal-ou-simbo...

No livro "Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra" pág.120 no tópico "Quem vai para o céu e por quê?" é explanada a doutrina Rutherfordiana dos 144 mil. É interessante que no início do tópico referido é citado que o céu é real e que "baseados em tais promessas, milhões de pessoas fixaram o coração na vida celestial" - &21. No livro das TJs são citados vários versículos que aludem ao céu; Fil 3.20, Rm 6.5, II Co 5.1-2, Jo 14.1-3, II Tm 2.12, Rev 5.9, Hb 12.22, mas eis que surge a pergunta: "Quantos vão para o Céu?", e em resposta a essa pergunta citam Apocalípse(Rev.) 7.4-8,14.1. Daí para frente começa a distorção da Palavra de Deus! Todos os versículos citados, em forma de promessas que nos garante o céu são interpretados (lê-se distorcidos) ao gosto jeovista. Sem nenhum embasamento teológico concreto e somente baseado em um único texto do livro de Apocalipse, as TJs erigiram uma doutrina vulgar, infundada e cheia de sofismas. Digo isso, pois para eles os que têm esperança celestial são somente os 144 mil (veja: Poderá Viver... pág.125) e isso é afirmado sem nenhuma razão bíblica concreta. Talvez seja por isso que atualmente, a organização é chamada de apenas "Torre de vigia" e seus templos de "salão do reino" e não "igreja", pois eles não se consideram como "a Igreja", se bem que alguns anos atrás ainda traziam este nome. Chegam ao absurdo de dizerem que: "Jó, Davi e João, o batizador... constituirão a nova terra..." (Idém – pág.126 &31 Ou seja, não irão para o céu, ou melhor não foram. Para as TJs, nem um dos santos do V.T. poderam chegar ao céu, porque segundo elas, não fazem parte dos 144 mil. Outro erro grotesco cometido pelas TJs, é concluirem que somente os 144 mil são a Igreja. O que a Bíblia diz e o que eles são na verdade, é um remanescente convertido do povo judeu que pregarão na grande tribulação após o arrebatamento da Igreja: "E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel: da tribo de Judá havia doze mil assinalados; da tribo de Rúben... da tribo de Gade... da tribo de Aser... da tribo de Naftali... da tribo de Manassés... da tribo de Simeão... da tribo de Levi... da tribo de Issacar... da tribo de Zabulom... da tribo de José... da tribo de Benjamim, doze mil assinalados (de cada tribo)" ( Ap 7.4-8 – o grifo é meu) 


A BÍBLIA ENSINA QUE VAMOS PARA O CÉU?

A Palavra de Deus elucida a questão quanto a nossa ida para o céu, pois logo após o Livro de Apocalipse falar dos 144 mil judeus convertidos, é mostrado as demais nações, povos, línguas e tribos, juntos ao Cordeiro: "Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos" (Ap.7.9).


MAIS VERSÍCULOS QUE FALAM SOBRE O CÉU

"Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mt 5.6).

"Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus" (Mt 5.10).

"Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós"(Mt 5.12).

" Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também"(Jo 14.1-3)

"Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus" (Mt 5.20).

("O primeiro homem, sendo da terra, é terreno; o segundo homem é do céu" I Co 15.47).

"Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. Pois neste tabernáculo nós gememos, desejando muito ser revestidos da nossa habitação que é do céu," (II Co 5.1-2).

"Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até o terceiro céu" (II Co 12.2).

"Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo" (Fl 3.20).

"por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho" (Cl 1.5).

"à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados"(Hb 12.23) 
ainda I Pedro 1.4


DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS

"E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor tanto deles como vosso está no céu, e que para com ele não há acepção de pessoas"
 (Ef 6.9) . Como poderíamos aceitar estes dois aprisco (terrestre e celestial) sem duvidar da imparciabilidade de Deus? Se Ele escolhesse levar um grupo de filhos para o céu e deixasse a maioria em um plano inferior na terra por razões misteriosas que só uns poucos "iluminados" conseguem enxergar ? Que Deus seria esse? A Bíblia é enfática ao dizer que "para com Deus não há acepção de pessoas", mas acredito que se Ele levar um grupo de seus filhos para o céu e deixar a maioria na terra em um plano inferior, seria um Deus injusto e estaria fazendo acepção. 

"Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela..." 
(Mt. 16.18). 

A palavra grega "ekklesia" (Igreja), literalmente, refere-se à reunião de um povo, por convocação (grego Ekkaleo). No N.T., termo designa o conjunto do povo de Deus em Cristo, que se reúne como cidadãos do reino de Deus (Ef 2.19), com o propósito de adorar a Deus (Jo 4.23-24). A palavra Igreja pode referir-se a uma Igreja local (Mt 18.17, At 15.4) ou à Igreja no sentido universal (At 16.18, At 20.28, Ef 2.21-22). A Igreja é composta por filhos de Deus através de Jesus Cristo (Jo.1:12) que irá morar nos céus com o Ele (Hb 12.23). Veja que o texto de Hebreus diz: "igreja dos primogênitos inscritos nos CÉUS", a palavra "primogênitos" está no plural indicando que todos os filhos de Deus compõem a Igreja que está arrolado nos Céus.

Louvado seja Deus que nos dará além da nossa primogenitura, que é a nossa filiação, o direito de morar ao Seu lado no céu.


TODOS OS QUE ACEITAM A JESUS COMPÕEM A IGREJA DE CRISTO

"e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à Igreja, que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas"
 (Ef 1.22). Hb 3.6, ITm 3.15.


A IGREJA VAI PARA O CÉU

"Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus" (Jo 1.12)

"Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos; à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados" (Hb.12.22-23)

"e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à Igreja, que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas" (Ef 1.22). Hb 3.6, ITm 3.15

"..., saibas como se deve proceder na casa de Deus, a qual é a igreja do Deus vivo, coluna e esteio da verdade" (I Tm 3.15).

"mas Cristo o é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança" (Hb 3.6)

A compreensão dos textos acima é simples. Você aceita a Jesus Cristo como seu Salvador e se torna filho de Deus. Quando você se torna filho se transforma em casa de Deus, em morado do Espírito Santo (I Co 3.16) e sendo "casa de Deus" você é automaticamente a Igreja de Jesus Cristo na Terra. Essa Igreja representa o corpo do Senhor movendo-se na terra e fazendo a obra do Pai. É lógico que quando Jesus voltar para buscar a sua Igreja (Jo 14.1-3, I Ts 4.13-18), Ele não vai levar uma parte do seu corpo e deixar a outra, mas como disse Paulo; "estaremos com Ele" (Fl 1.23). 

Naquele dia será uma grande festa entre o noivo e a sua "Igreja noiva" (II Co 11.2, Ef 5.23-27).O Apóstolo Paulo escreveu a maior parte das epístolas do N.T. e nunca fez separação entre o povo de Deus em duas classes, a única vez que há uma separação é quanto a gentios, judeus e igreja mas sempre subtendendo uma questão de ordem, porém quando ambos se convertem, os dois se tornam parte de um único povo – a igreja. (leia: Rm 16.16, I Co 1.2, I Co 16.19, II Co 1.1, Gl 1.2, Cl 4.15, I Ts 1.1, II Ts 1.1, I Tm 3.5, I Tm 5.16, Fl 1.2). A Igreja de Jesus Cristo não é composta de somente 144 mil judeus, mas de todos os que de coração servem ao Senhor! 


A JERUSALÉM CELESTIAL – O CÉU PARA ONDE A IGREJA SERÁ ARREBATADA

A Igreja será arrebatada ao céu que é a mesma coisa que Jerusalém celestial, leiamos: "Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos; à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados" (Hb.12.22-23).

Nesta cidade celestial viveremos com Jesus por toda a eternidade. O patriarca Abraão tinha essa mesma esperança; "Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, saindo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé peregrinou na terra da promessa, como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa; porque esperava a cidade que tem os fundamentos, da qual o arquiteto e edificador é Deus" (Hb 11.8-10).

Abraão sabia que a terra que lhe fora prometida, aqui no mundo, não era o fim da sua jornada. Pelo contrário, o fim era bem além, na cidade celestial, que Deus preparara para seus servos fiéis. Abraão serve de exemplo a todo povo de Deus (Gl 3.14); devemos reconhecer que estamos apenas de passagem neste mundo, caminhando para o nosso verdadeiro lar no céu. Não devemos pensar em segurança plena neste mundo, nem ficar fascinado por ele como fazem os pecadores (Hb 11.13). Devemos nos considerar estrangeiros e exilados na terra. Esta não é a nossa pátria, mas território estrangeiro; o fim da nossa peregrinação será uma pátria melhor (Hb 11.16, Fl 3.20), a Jerusalém Celestial (Hb 12.22) e a cidade permanente (Hb 13.14).


O TAMANHO DA CIDADE CELESTIAL – A NOVA JERUSALÉM

Diz o doutor e pastor Dario Salas em uma observação sobra à Nova Jerusalém: "A Nova Jerusalém é um cubo perfeito, por ser totalmente quadrada. É a cidade que Deus tem preparado para sua Igreja (Hb 12.22-23). A Nova Jerusalém tem doze mil estádios por cada lado (Ap 21.16). Cada milha tem oito estádios, portanto a Nova Jerusalém tem mil e quinhentas milhas por cada lado, ou seja, a nova Jerusalém, tem quase três mil quilômetros de altura, três mil de comprimentos e três mil de largura. Nessa cidade daria para construir 15 bilhões de casas de ouro puro. Em outras palavras, haveria três casas para cada pessoa da terra (cuja população chega a casa dos 6 bilhões). Bem disse Jesus: "Na casa de meu Pai há muitas moradas..." (Jo 14.1-3)" 


MAS OS SANTOS NÃO HERDARÃO A TERRA? 

É argumentado pelas TJs em seu Livro "Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra" (Pág.7-15) que o homem herdará a terra e não o céu. Os versículos usados são os seguintes; Sl 37.29, Mt 5.5. Esses textos falam sobre uma herança e é dito que esta herança é a terra, mas que terra será essa? Apesar dos vários versículos citados a respeito da nossa ida para o céu, gostaríamos de esclarecer mais alguns pontos: 

1) Se somente os mansos e justos herdarão a terra, significa isso que os "ungidos" não são nem mansos e nem justos? Afinal de contas é uma promessa imperativa; "Os justos herdarão a terra" e pelo texto de Apocalipse cap.14 é dito que os 144 mil são realmente justos. Como entenderemos isso? Das duas, uma: ou eles também vão herdar terra ou então todos os justos vão para o céu. 

2) A Bíblia também nos mostra a destruição dessa terra por completo e no livro de Apocalipse (ou Revelação) é mostrado um novo céu e uma nova terra totalmente diferente do argumentado pelas TJs (confira na Bíblia: Ml 4.1, II Pe 3.7, Ap 21.1-8, Ap 22.1-5). O estado final de tudo pregado pelas TJs é o citado pelo texto de Is 65 e 66, mas uma ligeira comparação e ver-se-á que as profecias são diferente e para outras épocas e circunstâncias. Tanto é que no texto de Isaías fala de morte, de dias e noites, de guarda sabática, etc...Mas no texto de Apocalipse há um nítido contraste; ali fala de eternidade sem morte, que não existe mais o mar de água e sim um mar de vidro, não há dia nem noite, não há fome ou sede, etc..., Concluímos então que as profecias são totalmente diferentes. Isaias aponta para o milênio (que não é o estado eterno) e João fala do estado eterno do mundo, o que vemos em Apocalipse é um único lugar, lindo e maravilhoso, chamado de o "Novo Céu e Nova Terra", no qual iremos morar eternamente!


Fatos sobre a palavra "Terra"


1)Terra significa: "Lugar ou planeta onde habitamos"; 

2) Solo sobre o qual se anda; 

3) Parti sólida da superfície; 

4) Localidade, pátria (Dicionário da Língua Portuguesa - Carvalho). 

Pelo que vemos sobre a palavra "Terra" não há nada demais se declaramos; "A nossa Terra está no céu" (Cl 3.20). É interessante notarmos que há terra no céu, é isso mesmo eu n&o estou brincando está na Bíblia, vejamos; "Estão chegando desde a terra longínqua, desde a extremidade do céu. Jeová e as armas de sua verberação, para estragar toda a terra" (Is 13.5 - TNM). Depreendemos pelo texto em lida que há uma terra celestial. Abraão sabia dessa terra celestial e lá esperava um dia morar. A palavra de Deus nos mostra que, embora o Senhor houvesse dito que a descendência de Abraão herdaria a terra da Palestina, Abraão não se interessava pelo terreno, mas aguardava o celestial (Hb 11.16).

Pelos textos que falam do céu, pela prova Bíblica que há uma terra celestial corroborados pelas explicações acima, podemos concluir que a terra prometida para os filhos de Deus é a celestial!

Vejam explicação da Bíblia Apologética para a argumentação Jeovista sobre o Salmo 37: 

"Quando esses versículos são analisados dentro do seu próprio contexto, apresentam um quadro completamente diferente da crença das Testemunhas de Jeová. O Salmo 37 fala sobre a prosperidade aparente dos ímpios, que é passageira. Somente os justos serão felizes. Embora alguns teólogos entendam que essa passagem se refira ao milênio, parece que o Salmo não descreve um tempo futuro. O que se espera ver no presente é que os mansos prosperem sob a bênção de Deus, e os ímpios paguem um alto preço. Por exemplo, os versículos 1 e 2 recomendam que não nos indignemos por causa dos malfeitores. No versículo 25 o salmista descreve o que observou na sua vida, e o mesmo ocorre com os demais versículos. Concluímos que o Salmo 37 fala de eventos que aconteceram durante a vida de Davi. Quando analisamos o Salmo em seu contexto, podemos entender que diz respeito aos benefícios imediatos da boa conduta, e ao fim infeliz dos ímpios. O alvo de Israel era manter os limites geopolíticos de sua nação, isso somente seria possível através da graça de Deus: os mansos herdarão a terra. Aqueles que fossem submissos a Deus, continuariam na terra prometida".


As TJs estão equivocadas mais uma vez!